Simesp entrará com ação para que médicos do Consaúde tenham direito ao saque do FGTS

Por em Abril 12, 2018

O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) entrará com uma ação na Justiça, em defesa dos médicos associados, antes ligados ao Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Ribeira e Litoral Sul (Consaúde), que ao virarem estatutários ficaram com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) retido pela Caixa Econômica Federal.

O médico associado poderá contar com advogados de forma gratuita para essa ação na Justiça. Você, médico, que ainda não é associado também poderá usufruir desse benefício, entre em contato com nossa regional no Vale do Ribeira e associa-se. O que irá gerar uma grande economia, já que nos escritórios de advocacia costumam cobrar um alto percentual em cima do valor total a ser recebido.

Por exemplo, um médico com cerca de R$ 140 mil a receber do FGTS retido terá que pagar ao seu advogado aproximadamente 30% do valor recebido, o que equivale a R$ 42 mil apenas para serviços advocatícios. Mesmo que haja algum tipo de desconto ou pacote por uma ação coletiva, costuma-se ser cobrado 7% (uma estimativa de mercado) do valor a ser recebido, neste caso, o médico ainda teria que pagar R$ 9,8 mil para o seu advogado.

Em contrapartida, o valor da associação ao Simesp é de 12 parcelas de apenas R$ 59,44 por ano (valor com pagamento via cartão de crédito, já com desconto de 10%). Associando-se, os médicos dispõem de advogados de forma gratuita, além de obter benefícios por meio do Simesp+.

Caso você seja um desses médicos e tenha interesse em se associar, entre em contato com a regional do Vale do Ribeira pelo telefone (13) 3821-2915. Ao associar-se você garante o fortalecimento da defesa do médico e de seu trabalho.

Ações ganhas
O Simesp já conquistou na Justiça uma ação como essa, que beneficiou cerca de 900 trabalhadores da cidade de São Paulo que atuavam na Autarquia Hospitalar Municipal (AHM) e no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM). Os médicos eram celetistas e passaram a ser estatutários quando a Carreira Médica, instituída pela lei 16.122, de 2015, entrou em vigor.

Na ocasião da mudança no regime de contratação de médicos, a Caixa Econômica Federal reteve o dinheiro por entender que esse resgate não poderia ser feito porque não houve demissão. Diante disso, o Simesp entrou na justiça com um mandado de segurança coletivo pedindo a liberação desses recursos e garantiu mais uma vitória à categoria.

*Informações do Simesp

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