Parecer: tratamento para aborto em reprodução assistida

Por em março 6, 2017

A literatura médica evidencia que cerca de metade dos casos de perdas gestacionais recorrentes não têm sua etiologia elucidada,e que 40 a 65% dos casais têm bebês nascidos sem tratamento adicional. A aloimunização ou imunoterapia com linfócitos paternos não está mais citada como causa de abortamentos de repetição.

De acordo com o Parecer número 51/2016, publicado pelo Conselho Federal de Medicina, os estudos relacionados à aloimunização ou imunoterapia com linfócitos paternos para abortamentos recorrentes não têm apresentado resultados consistentes, sendo considerado procedimento experimental.

De acordo com o documento, a técnica só pode ser realizada em protocolos de pesquisa de acordo com as normas do sistema CEP/CONEP.

Leia o documento na íntegra, clicando aqui.

*Informações do CFM

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *