Parecer trata da remuneração de procedimentos excludentes

Por em julho 26, 2017

O CFM recebeu consulta da Unimed Belém com o intuito de obter informações e/ou recomendações que respaldem o trabalho da cooperativa, especificamente sobre a definição e regulação dos chamados procedimentos excludentes, expressão frequentemente utilizada no relacionamento entre o médico assistente e o setor de auditoria.

Na utilização da CBHPM para efeitos de valoração ou cobrança de procedimentos cirúrgicos, as seguintes premissas devem ser seguidas:

1–Todo procedimento caracterizado como fase obrigatória do ato cirúrgico não deve ser computado;

2 –Nas cirurgias compostas deve ser utilizado apenas o código mais abrangente e que corresponda a todos os procedimentos, não devendo ser feito decomposição em dois ou mais códigos.

De acordo com o documento, somente a cobrança do procedimento principal é devida, visto que o ato complementar, apesar de existir como um ato cirúrgico independente, o mesmo já está contemplado na cirurgia principal.

Leia o Parecer na íntegra, clicando aqui.

*Informações do CFM

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