Parecer do CFM trata do trabalho médico em aeronave de asas rotativas e gestação

Por em julho 21, 2016

Não há evidências científicas, até o momento, da ocorrência de infertilidade em tripulantes do sexo feminino que se expõem a microvibrações em aeronaves de asas rotativas. Essa situação já ocorreu no serviço e poderá ocorrer com outras profissionais femininas, médicas e enfermeiras que tripulam o serviço. Para a gestação, adota-se a correta posição do INSS quanto ao afastamento a partir do terceiro mês.

A conclusão integra o Parecer número 15/16, do Conselho Federal de Medicina, sobre o trabalho em aeronave de asa rotativa (atendimento de emergências/resgates e transportes) e gestação em suas diferentes fases, incluindo a pré-concepcional e possível dificuldades de concepção.

Para ler o documento na íntegra, clique aqui.

*Informações do CFM

 

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