Declaração prévia de vontade do paciente terminal

Por em agosto 6, 2013

Por Andréia Ribeiro da Rocha, Giovana Palmieri Buonicore, Anelise Crippa Silva, Lívia Haygert Pithan, Anamaria Gonçalves dos Santos Feijó

O desenvolvimento científico-tecnológico traz benefícios inquestionáveis às diversas esferas da saúde humana. Constantemente somos surpreendidos com as inovações terapêuticas e possibilidades de intervenção nos processos da vida humana, a exemplo do prolongamento artificial da vida. Destarte, necessita-se de reflexões bioéticas que objetivem debater a limitação médico-terapêutica, subsidiada pelo princípio do respeito à autonomia, de forma a fornecer mecanismos que garantam a concretização do respeito à vontade do paciente terminal. A partir do método dialético como orientador do processo de investigação e de análise, este artigo buscou apreender as diversas perspectivas a que está submetida a discussão em pauta. A abordagem em relação à declaração é pouco conhecida, embora tenha protagonizado recentemente o cenário normativo. Espera-se que este debate possa proporcionar subsídios à atual discussão, para que sejam empreendidas novas ações que visem a proposta fundamental da própria declaração: a garantia de respeito à vontade do paciente terminal.

Texto Completo foi publicado originalmente pela Revista Bioética, Vol. 21, No 1 (2013).
Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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