Criação de plano de saúde popular divide opiniões

Por em outubro 4, 2016

O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu, em junho deste ano, a criação de um plano de saúde “mais popular”, com acesso a menos serviços do que a cobertura mínima obrigatória determinada pela Agência Nacional de Saúde.

A declaração caiu como uma bomba entre os defensores do Sistema Único de Saúde (SUS) e o Conselho Nacional de Saúde declarou que a proposta enfraquece a rede pública de saúde.

Já os defensores do projeto argumentam que o sistema privado de saúde é excessivamente regulado no país, o que o torna inacessível para a maioria da população.

O fato é que os planos de saúde vêm encolhendo desde 2015, com perda de mais de um milhão de clientes, ou 1,5% do total de assegurados.

O Expressão Nacional, programa da TV Câmara, discutiu esse assunto. Os convidados foram o deputado Mandetta (DEM-MS), membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados; o deputado Odorico Monteiro (Pros-CE), coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa do SUS; o diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar, José Cechin; e o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, José Sestelo.

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*Informações da Agência Câmara

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