Estudo do IESS aponta que empregos no setor de Saúde Suplementar seguem em crescimento

Por em setembro 27, 2017

O número de trabalhadores na cadeia de valor da saúde suplementar (que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; operadoras e seguradoras de planos de saúde) apresenta novo crescimento, segundo o “Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar”, boletim mensal do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O levantamento aponta que o número de pessoas empregadas formalmente no setor cresceu 1,8% nos 12 meses encerrados em agosto de 2017, ante o mesmo mês do ano passado, enquanto o total de empregos formais – que considera todo o conjunto econômico nacional – teve retração de 1,3% na mesma base comparativa.

Segundo Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, os dados do relatório mostram que a cadeia de valor da saúde suplementar tem mantido o plano de expansão de mão de obra a despeito das dificuldades econômicas do país. “Esse é o oitavo mês consecutivo a apresentar saldo positivo de emprego. O setor segue destoando do comportamento do mercado nacional como um todo”, avalia Carneiro. No total, a cadeia produtiva da saúde suplementar emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho nacional. O relatório aponta que o saldo em agosto de 2017 foi de 9.029 vagas formais de emprego. “Considerando todo o ano de 2017, a cadeia da saúde suplementar apresentou um saldo positivo de 62.081 empregos”, conclui Carneiro.

Na análise do mesmo período por subsetor, o segmento de Fornecedores foi o que apresentou maior crescimento, de 2% na base comparativa, seguido por Prestadores, com alta de 1,8%, e Operadoras, com expansão de 1,2%, respectivamente. Na cadeia produtiva da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), correspondendo a 2,4 milhões de ocupações, ou 71,5% do total do setor. Já o subsetor de fornecedores emprega 816,1 mil pessoas, 24% do total. As operadoras e seguradoras empregam 150,7 mil pessoas, ou seja, 4,4% da cadeia.

Para deixar mais clara a relação entre os empregos gerados pelo setor de saúde suplementar e o conjunto da economia nacional, o IESS criou um indicador de base 100, tendo como ponto de partida o ano de 2009. Em agosto de 2017, o índice para o estoque de empregos da cadeia suplementar foi de 136, mesmo nível do mês anterior. O índice do mercado nacional também seguiu estável em 109.

Leia o Relatório completo, clicando aqui.

*Informações do IESS

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